Não sofra de amor, viaje!

Eu tenho uma experiência transformada em aprendizagem que não quero guardar apenas para mim. É um segredo simples, mas que pode ajudar. E se você já sofreu de amor alguma vez, vai gostar de saber disso, se você está sofrendo se sentirá motivado e se não sofreu, mas um dia sofrer, irá lembrar deste texto e ficará aliviado em saber que conhece uma pequena saída.

A questão é muito simples, chega a ser ridícula, se você está sofrendo de amor:  VIAJE! Não quero dizer que é algo milagroso ou que estou fazendo pouco caso dos sentimentos de seu coração. Acontece que naturalmente uma viagem faz bem ao nosso corpo e à nossa mente. As pessoas evoluem, abrem um caminho mais amplo para sua criatividade, pois passam a entrar em contato com novos cenários, culturas e povos.

E, no caso amoroso, você começa a ter uma percepção de um meio como um todo em uma perspectiva mais positiva. É algo como “UAU, mais pessoas existem nesse mundo” e aí perceberá que sua cidade não está ilhada dos demais seres humanos. Ou seja, você passará a entender que talvez aquela pessoa que lhe arrancou tantas lágrimas não seja a única tampa que se encaixe em sua panela, e se você se considera uma frigideira entenderá, também, que as modernas estão vindo com tampas e mesmo as velhas, algumas tampas lhes serviam.

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Eu, por exemplo, fui apaixonado por uma pessoa por 3 anos até então (poucos sabem disso) e aquela sensação inevitável de que você não terá uma única chance na vida de ser feliz, pois só aquela pessoa está escaladada para povoar seu coração, atormentava os meus pensamentos. Até que em um belo dia aconteceu de eu viajar para um festival em Gramado-RS.

Muitas pessoas me perguntam o porque eu falo tanto dessa viagem, é como se eu nunca tivesse viajado, mas o que não entendem é que foi um estado de libertação que tomou conta de mim. Fui para o festival MUNDIAL com amigos, conheci pessoas novas, lugares novos, experimentei novas comidas e experiências inovadoras. E por uma semana eu não pensei sequer que eu não teria a oportunidade de me casar com alguém que eu gostasse.

10166_463466950409231_1213419677_n(Eu pelas ruas de Gramado com minha super amiga desfocada de fundo)

Eu sei que não sou o único afortunado que têm essa lição consigo, eu sei, pois recentemente li um livro que se chama “21 Garotos no Verão”, o livro da Sarah Ockler conta a história de uma adolescente sofrendo pelo seu primeiro amor, que acabara de morrer e alguns meses depois acaba por fazer uma viagem à Califórnia. Que, apesar de ser o lugar preferido de seu amado, é um fim definitivo ao seu sofrimento, um término com um “bem vindo de volta à vida” bem grande. E isso ocorre devido aos novos ares que a menina respira, ela entende que não está sozinha e que a vida não acaba ali, pelo menos não deveria!

É mágico, é naturalmente mágico. E quando você sai desse momento de transe, a sua mente está descansada, seu corpo se sente quatro anos mais novo e você volta a ser independente! Você não precisa mais daquela pessoa, você precisa de si!

O que estou dizendo é que viajar te fornece um cenário ativo de interatividade com uma outra pessoa, você tem a oportunidade de conversar, escutar, conhecer e portanto tomar a conclusão de que você não está no mundo, que é o sentimento que temos quando estamos tristes. E aí surge a nova possibilidade de um novo amor. E é por este caminho que surgem tantas histórias de “amor de verão“, você fica oportuno e disponível a isso… A uma nova aventura, uma nova história… Um novo amor!

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Por mais amores de verão,
Guilherme Morais

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