Hey Ms. Carter

Queridos leitores do Divo Cafeína, eu já falei várias vezes que adoro a Rihanna não é? Então imaginemos: fui dormir como uma noite qualquer (e era) e simplesmente quando acordo, fico sabendo que ela lançou um CD inteiro??! Imagina só, que cena mais linda? Porém, felicidade como essa não tive, quem teve mesmo foram os fãs da Diva Beyoncé. E a senhorita Carter fez ainda melhor: lançou um visual álbum.beyonce-tracklist-album-lady-gaga-rihanna-azealia-banks-babado-confusao-querida-21 (1)

Sim! Beyoncé lançou o álbum inteiro, intitulado apenas com seu nome, e para cada faixa havia um videoclipe. Não contente Bey fez mais três videoclipes adicionais. Foi tipo um **BOOM** no mundo da música. Todos ficaram abismados com a situação e só se falava dela. O melhor de tudo, é que realmente ninguém esperava por isso. Pouquíssimas coisas haviam vazado e nada se especulava sobre o assunto. E esse “susto” valeu muito à pena, pois o disco “Beyoncé” em apenas três dias vendeu mais de 600 mil copias pelo mundo.

Em uma entrevista, a cantora disse que teve essa atitude porque estava cansada da mesmice dos lançamentos de outras cantoras e queria falar diretamente com seus fãs. Ok, eu acredito nela. Só que eu acredito também que isso foi uma bela de uma estratégia de marketing que sua equipe teve e que deu muito certo. Talvez se não fosse esse “susto“, o álbum não teria vendido tantas copias assim. Pois bem, vamos ao disco.

Beyonce_album

Lançado numa sexta feira 13, o álbum de azarado não tem nada. Tem é sorte. Sorte por ser muito bom e conseguir virar o que virou. Na verdade isso não foi sorte, foi talento. Apesar do “não-marketing” ser o maior causador desse sucesso, o álbum não fica tão atrás assim. Nele, se vê uma Beyoncé diferente da que você provavelmente já havia visto em seus maiores sucessos como “Crazy In Love” e “Single Ladies”. Pra mim, o álbum tem forte influencia do marido Jay-z, lembra-se facilmente de “Diva” e se completa com faixas parecidas com “If I Were A Boy”.

Nas participações mais legais, temos seu fiel marido em “Drunk In Love“, o primeiro single do álbum. Drake em “Mine” e que álbum familiar hein: Blue Ivy, a filha do casal, que faz um “feat” com a mamãe na faixa “Blue“, na verdade ela nem canta, apenas fala algumas frases, mas no CD a garotinha está até marcada como participante da faixa. Poderosa não?

Do álbum, as melhores faixas são a encantadora “Pretty Hurts”, “Partition”, a faixa de participação de Drake e “Rocket”. Não encontrei nada de tão ruim nas faixas, uma que chega a me incomodar um pouco é “No Agel” por conta da música ser quase inteira cantada a base de sussurros, mas enfim. Talvez “Superpower” com participação de Frank Ocean, pra mim seja o maior erro do “Beyoncé”.

Pra terminar, deixo uma frase a ser seguida: “Bow down bitches”.

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Café e Pop na minha xícara, por favor. Três beijos.
Marcos Paulo.

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