Você é o Que Você Veste!?

A veracidade com que as pessoas são quase que obrigadas a viver não permite muito tempo para fazer uma avaliação sobre amigos, companhias e seus defeitos, atitudes e personalidades. É com frequência que, a partir disso, ao vermos uma pessoa a julgamos pelo seu modo de vestir e escolha de estilo – ou não.

Mas um estilo realmente pode definir ou espelhar a personalidade/caráter de um indivíduo?

NERD

Particularmente acredito que o caráter construído na personalidade da pessoa não é espelhado no modo como ela se veste, e sim em suas atitudes (por esse motivo o tempo é a melhor opção para se conhecer, finalmente, um sujeito); sobretudo a personalidade pode, sim, se formar aparente nas vestimentas, mas não defini-la nas roupas. A roupa é um pequeno grito de tudo o que o indivíduo têm a oferecer. E tirar as conclusões apenas pelo o que ele veste é um pré-julgamento, que entra na questão de julgar pela aparência e, portanto, a prática do preconceito.

Academia

Por quantas inúmeras vezes você julgou alguém, inicialmente como uma pessoa agressiva, arrogante ou derivados, e foi surpreendido ao ter um maior contato com ela percebendo que suas roupas lhe precipitou em uma análise não consistente!?

E, também, por esse motivo muitas pessoas forçam um meio de mostrarem quem realmente são ou não são, exagerando nas vestimentas – com intenção de se destacar/diferenciar dos demais – ou vestindo algo que não lhe agrada, como um personagem, para esconder seus reais pensamentos, atitudes e desejos.

ZEM

Não achei nenhum estudo científico ou pesquisa no mesmo campo que comprovasse que define ou não. Porém inúmeros testes sobre a melhor cor para você e sua personalidade, que – ao fazer – conclui que têm por base o seu estilo de vestir e escolhas que, por sinal, não obtiveram muito sucesso comigo!

RICA

Mais que isso achei teorias sobre cores mais adequadas a certas situações, o que não entra na questão da personalidade, mas faz um link à uma espécie de semiótica das roupas, onde cada estilo irá passar uma impressão diferente. Por exemplo, ao fazer uma entrevista de emprego certamente você será julgado pelo que veste. Sobretudo este fato não está totalmente baseado na personalidade do cidadão, e sim no bom senso do mesmo (adequar-se ao ambiente).

Por esse motivo faço um singelo pedido por meio deste: Menos julgamentos, mais tentativas de ser quem você realmente é e vestir o que realmente quer vestir!

ROCK

Ja diria Pitty “Seja você, mesmo que seja estranho seja você. Mesmo que seja bizarro”.

(O ensaio deste post foi todo feito por mim, Gui Morais, que teve como modelo Areia Ocampos e sua cachorrinha Charlotte)

Beijos pura cafeína!
Guilherme Morais

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